Movimentação de carga nos portos nacionais registou recorde no primeiro trimestre de 2015

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A carga movimentada nos portos nacionais durante o primeiro trimestre do ano registou um crescimento de 9,5%, atingindo um valor recorde face ao período homólogo dos anos anteriores. No total foram cerca de 20,9 milhões de toneladas movimentadas nos sete principais portos comerciais portugueses ao longo dos primeiros três meses de 2015. O porto de Sines esteve entre os que mais contribuíram para este crescimento.

De acordo com o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), esta variação global resultou do aumento de 21,6% no porto de Sines e foi ainda alavancado pela variação de 17,5% no porto da Figueira da Foz.

“Os volumes de carga atingidos nestes portos representam os valores mais elevados de sempre registados nos períodos homólogos, sendo, nesta marca, acompanhados por Leixões e Aveiro, que registaram, respetivamente, variações positivas de 5,2% e de 0,5%”, segundo o relatório do primeiro trimestre.

Em contrapartida, no mesmo período, os portos de Viana do Castelo, Lisboa e Setúbal, registaram quebras de 9,8%, 4,9% e 5,8%, respetivamente, no volume de carga transportada.

No posicionamento relativo entre os vários portos, Sines mantém a posição cimeira sendo responsável por 47,8% do total da carga movimentada, seguindo-se Leixões com 21,3%, Lisboa com 13,5% e Setúbal com 8,9%.

Também o movimento de contentores atingiu um recorde de 582,9 mil TEU (Unidade Equivalente de Transporte), ao ultrapassar em 2,1% o valor do período homólogo.

O movimento de contentores no porto de Sines representou 47,9% do total de TEU e 48,5% no total de Unidades. O porto de Leixões surge em segundo lugar com 26,1%, seguindo-se Lisboa com 20,6% e Setúbal com 4,6% do total.

Os navios que operaram nos principais portos do continente efetuaram um total de 2.492 escalas, um acréscimo de 2,6% face ao período homólogo de 2014.

Para esta variação contribuíram os portos de Lisboa, com um aumento de 25,1%, da Figueira da Foz, com 17,7%, e Douro e Leixões, com 16,9%.

Fonte: LUSA | Fonte (imagem): Portos de Portugal

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