Metro do Porto e consórcio catalão TCCMP firmam contrato de subconcessão

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A Metro do Porto anunciou em comunicado a recente assinatura do contrato com o consórcio catalão TCCMP. Depois de visado pelo Tribunal de Contas, o contrato de subconcessão vigorará por dez anos. A cargo do novo operador passarão a estar a manutenção e a prestação do serviço de transporte público desta empresa portuense. Estima-se que o período de transmissão de responsabilidades tenha início durante o mês de julho.

A Metro do Porto e o consórcio TCCMP assinaram esta quinta-feira, 23 de abril, o contrato que regula a subconcessão da operação e manutenção do Sistema de Metropolitano Ligeiro da Área Metropolitana do Porto nos próximos dez anos.

Em comunicado, a empresa de transporte público sublinhou que, com o novo contrato, a Metro do Porto assegura uma redução dos custos operacionais na ordem dos 9,8 milhões de euros por ano – o que resulta numa poupança de 23% face aos valores atuais. Ou seja, 98 milhões de euros nos 10 anos da subconcessão.

O consórcio TCCMP, que integra a TMB – Transports Metropolitans de Barcelona e a Moventis – passará a ser responsável pela prestação dos serviços de operação e manutenção da rede do Metro do Porto.

A Metro do Porto diz que a execução do contrato agora celebrado “entra em vigor a curto prazo, iniciando-se brevemente o período de transição do atual para o novo operador, que será acompanhado a par e passo pelos técnicos da Metro do Porto, garantindo o regular funcionamento da rede”.

O contrato terá agora de ser submetido a visto do Tribunal de Contas, entrando em vigor a seguir. Como o contrato com o grupo Barraqueiro foi prorrogado até junho, o agrupamento catalão deverá passar a assegurar o serviço no mês de julho.

O concurso para a subconcessão da Metro do Porto e da STCP decorreu envolvido em polémica, com a associação que representa os operadores privados (Antrop) a interpor quatro providências cautelares. O processo mereceu também as críticas de partidos da oposição, designadamente o PS. Em causa tem estado a possibilidade de a TMB ser considerada operador interno, à luz das regras comunitárias, não podendo, sendo esse o caso, ter participado no concurso.

Por: Maria João Babo | Fonte: Jornal de Negócios

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