Luís Simões: A primeira a combinar energia solar e cinética para refrigeração

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A primeira empresa logística do mundo a combinar energia solar e energia cinética para alimentar os sistemas de refrigeração de mercadorias. Falamos da operadora ibérica Luís Simões.

A empresa associou-se à AddVolt, explorando as potencialidades da tecnologia WeTruck no que diz respeito à redução das emissões poluentes oriundas das unidades de refrigeração que equipam os camiões e reboques.

Este foi o resultado de dois anos de investigação e desenvolvimento, rumo a à responsabilidade ambiental e eficiência energética. Foram realizados mais de 70.000 km de testes e ensaios em operação real, demonstrando, na prática, o contributo da tecnologia para a redução das emissões CO2.

Para a gestora de frota da Luís Simões, Cláudia Trindade, este projeto espelha o compromisso da empresa com a inovação e na defesa do meio-ambiente “Na Luís Simões apostamos numa estratégia de inovação, através de parcerias com universidades, startups, centros de I&D, instituições governamentais e parceiros de negócio, na construção de modelos de transporte mais sustentáveis – cruciais para o crescimento do setor. A colaboração com a comunidade científica e tecnológica permite fazer a ponte entre o mundo empresarial e académico, desenvolvendo novas competências e criar aplicações disruptivas. O projeto WETRUCK é, justamente, a materialização mais recente deste conceito” referiu.

Este é um passo importante na redução da dependência dos combustíveis fósseis na refrigeração dos produtos, aproveitando simultaneamente a energia cinética gerada pelas travagens e desacelerações do próprio veículo com a produção de energia solar.

Um passo necessário e com potencial

A responsável pela frota da Luís Simões, acredita no potencial de utilização desta tecnologia “ desde a substituição do gasóleo como fonte primária de equipamentos auxiliares de uma viatura, até ao abastecimento da rede de um armazém. Acreditamos que o futuro passa por tecnologias mais limpas e menos dependentes dos combustíveis fósseis” revelou Cláudia Trindade.

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