Gasóleo profissional? Até pode mudar… mas pouco

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No passado dia 15 de Setembro entrou em vigor o projeto piloto do governo que visa a implementação de um novo regime de gasóleo profissional para as transportadoras.

Esta medida tem sido elogiada por elementos do Governo e Associações profissionais dos transportes. Mas qual será a visão das transportadoras? Vamos por partes

Maior competitividade das empresas – diz Ministro-adjunto Eduardo Cabrita

O Governo espera que esta fase experimental se revele eficaz e que permita o alargamento do gasóleo profissional a todo o país.

“Eu sinto que estamos num dia histórico para a competitividade das empresas portuguesas”, revelou Eduardo Cabrita durante o lançamento do projeto em Vilar Formoso. O ministro reconheceu a importância dos combustíveis para a sustentabilidade das empresas

Cabrita acredita que esta medida poderá reter o investimento das empresas em postos de abastecimento nacionais e mostrou porquê, dando o exemplo do novo posto em Vilar Formoso onde se pagam “menos cinco cêntimos do que no primeiro posto do lado de lá da fronteira”.

O ministro-adjunto não deixou de referir a importância desta medida para as associações profissionais dos transportes “Há 20/30 anos que ouvi sempre este setor dizer que o gasóleo profissional era a questão decisiva para a competitividade quer do setor de transporte internacional de mercadorias quer para as áreas de exportação, que dependem do transporte como um elemento essencial para chegarem aos mercados europeus”, declarou.

Associações profissionais otimistas

Márcio Lopes, presidente da Associação Nacional de Transportadoras Portuguesas (ANTP), era o espelho do otimismo, mostrando-se convicto do sucesso da medida e do papel que esta poderá desempenhar na atividade das transportadoras.

 Espanha continua a ser mais barato

Daniel Polónio, responsável pela transportadora portuguesa Patinter, revelou em declarações à TSF que Espanha continuará a receber a maioria dos abastecimentos de combustível dos mais de 1400 camiões que possui na sua frota.

Porquê? Porque é mais barato, explicou. O responsável da Patinter revelou, no entanto, que a estratégia da empresa poderá contemplar alguns abastecimentos em Portugal, sendo que continuarão a ser efetuados maioritariamente no país vizinho.

Antes deste projeto a transportadora davas ordens especificas para o não abastecimento em Portugal, referiu Daniel Polónio.

Fonte: Observador e TSF (adaptado)

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