Fusão Hapag-Lloyd e CSAV foi apresentada ao mercado português

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O mercado português ficou ontem a conhecer um novo armador, que é também o quarto maior do mundo. Nasceu da fusão entre duas empresas centenárias ligadas ao setor – a Hapag-Lloyd e a CSAV – e, com um escritório principal europeu e uma sede regional chilena, promete muita competitividade.

A Hapag-Lloyd e a CSAV – Compañia Sud Americana de Vapores apresentaram ontem, em Lisboa, a sua fusão ao mercado nacional. Esta união vem permitir a criação da quarta maior empresa mundial de transporte marítimo.

As duas empresas apresentam-se ao mercado com uma frota de “200 navios modernos, com até 13.200 TEUS”. Como apontam “a América do Sul será mais proximamente integrada à nossa rede global existente, devido ao número incremental de conexões”. Além disso, “a rede de serviços dentro da América do Sul será enormemente ampliada”. Uma novidade para os clientes Hapag-Lloyd “será a possibilidade de transportes dentro de um país sul-americano”.

De recordar que a fusão entre as duas empresas foi anunciada em abril de 2014. O acordo entre as duas empresas contemplava a fusão dos seus negócios de porta-contentores, dando origem à criação do quarto maior armador a nível mundial.

Os escritórios principais da empresa permanecem em Hamburgo e, adicionalmente, conta com uma sede regional no Chile para o negócio da América Latina.
Com esta aproximação do negócio de contentores, a CSAV com 30% na nova sociedade, converte-se num dos principais acionistas da Hapag-Lloyd, juntamente com a HGV e a Kühne Maritime.

As origens da Hapag-Lloyd remontam a 1847, quando a empresa foi fundada em Hamburgo. Já em 1876, a Hapag inaugurava a primeira linha regular que conectava Hamburgo à América do Sul. A empresa é um dos membros fundadores da Grand Alliance, bem como da G6 Alliance.
Já a companhia CSAV foi fundada em 1872 e é listada na Bolsa de Valores de Santiago, Chile, desde 1893, desempenhando um importante papel na conexão dos países orientados para a exportação na América do Sul junto dos mercados globais.

Fonte: Logística Moderna

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