Antram e ANTP reúnem-se para contra-ataque. Virá paralisação?

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As associações de transportes têm vindo a manifestar o seu descontentamento para com as mais recentes alterações ao Orçamento de Estado, nomeadamente com a agravação do Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos (ISP). Agora Antram e ANTP preparam uma resposta à altura.

O encontro terá lugar no sábado, 13 de Fevereiro, em Pombal, tendo como principal objetivo “refletir sobre o estado do sector e definir ações que visem a defesa da atividade transportadora”.

Existe uma necessidade imediata de agir “não se pode assistir, imóvel, a este enorme ataque à capacidade das empresas subsistirem, cumprindo a sua função económica e social”. Por isso, o setor dos transportes “não deixará de lutar por todos os meios legítimos pela sua sobrevivência” refere a Antram

Outras questões em cima da mesa

Antram, juntamente com a ANTP, reclama que “no mínimo, e no imediato, seja concedida a majoração anunciada, mas sem estar sujeita ao teto de benefícios”, adiantou Gustavo Paulo Duarte, presidente da associação (na foto de destaque).

Mas há outras questões que continuam não resolvidas, “como a criação do gasóleo profissional e outras”, que deverão ser abordadas no encontro de Pombal.

E porque a história tende a repetir-se, note-se que foi no Pombal onde, em 2011, foi decidida uma paralisação dos transportadores rodoviários de mercadorias, que se prolongou por dois dias, com vários incidentes à mistura, e que terminou com um acordo que previa, entre outros itens, a majoração em 140%, em sede de IRC, dos gastos com combustível.

Entretanto, ontem terá seguido pelo correio, endereçado ao ministro da tutela, um manifesto elaborado conjuntamente pela Antram, ANTP, Antrop, Antral, Conselho Português de Carregadores, CIP e CCP,  sobre a situação do sector do transporte público rodoviário.

Fonte: Revista Sábado; Transportes & Negócios

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